quarta-feira, 16 de outubro de 2013







Tal como as folhas sadicamente arrancadas pelo vento, daquela árvore onde costumavas brincar em miúdo, que caem vagarosamente enquanto dançam variadas melodias entoadas pelos pássaros que assistem da plateia VIP essa dança e que, no fim, acabam estendidas no chão, esquecidas e abandonadas...  está o meu coração. À espera de qualquer tipo de força sobrenatural que o conseguia erguer dessa angústia e nostalgia, e o coloque de novo a dançar. e quem sabe, desta vez um slow com um príncipe?!




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